• Caroline Todeschini

A velocidade com que tudo vem acontecendo e modificando os processos e cenários de trabalho nesses últimos meses é de uma maneira gigantesca. Metas que se tinha para daqui 6 meses, um ano, passaram a ser repensadas para logo.

E com essa urgência as competências comportamentais estão sendo vistas de maneira diferente. Muitos recrutadores quando olham para um currículo ou numa entrevista de emprego, atualmente, estão procurando saber o que esse profissional fez nos últimos meses, como a situação mundial atual lhe impactou e como ele está gerenciando as mudanças.

Qual a postura dos profissionais frente ao que está acontecendo? Ficar em segurança e esperar a “tempestade passar”, ou seja, a pandemia passar. Estão congelados com a situação e não conseguem ter perspectivas futuras? Estão buscando fontes seguras de informação, conteúdo, estratégias e aperfeiçoamento para que muitos possam sobreviver e se fortalecer coletivamente?

Com todas as mudanças que estamos vivenciando em diversos cenários, as competências comportamentais estão sendo cada vez mais valorizadas. Muitas coisas se modificaram e vão seguir mudando com uma velocidade cada vez maior. E você, está pronto para essa “maratona”?

Competências como: Adaptabilidade, Resiliência, Flexibilidade, Colaboração, Comunicação, Criatividade, Empatia, estão no radar dos recrutadores, pois estão associadas a uma postura que potencializa um resultado diferenciado.

“É fundamental que o profissional que está desempregado aproveite para aprimorar suas competências técnicas e comportamentais, pois isso será valorizando no momento da entrevista de emprego”,

explica Bruno Barreto (Especialista em Recrutamento e Headhunter na Robert Half), ao destacar que “aqueles que tiverem usufruído do período desafiador para o aperfeiçoamento profissional levarão vantagem nos processos de seleção”.

Sabemos que um diploma não significa mais sinônimo de destaque pois se tornou algo comum, um currículo vai mostrar apenas suas competências técnicas, o que não se torna diferenciais num processo de seleção, mas a tua conduta e atitude que expressam as tuas competências comportamentais, podem fazer com que o recrutador (ou gestor) lhe olhe de forma diferente, colocando em destaque os seus diferenciais.

As hard skills, se expressam facilmente em um currículo, pois são competências tangíveis, adquiridas por meio de formação acadêmica, da educação formal e da experiência no mercado de trabalho. A empregabilidade exige mais do que isso, atualmente os currículos estão perdendo a força de ser entregues fisicamente, ganhando espaço nas plataformas de recrutamento, e dependendo da vaga que se procura precisamos estar atentos em desenvolver nossas competências técnicas e comportamentais além de cuidar da nossa imagem, inclusive nas redes sociais.

A soft skills, ou competências comportamentais, são competências relacionadas com o “saber ser”, nos fala da capacidade com que as pessoas se conectam, se relacionam e interagem uma com as outras e na sua atitude perante os desafios do trabalho. A atitude passou a ser um diferencial nos profissionais, em muitas áreas, até mais importantes do que o conhecimento técnico. Se isto é verdade hoje, será ainda mais no futuro!

O mercado de trabalho atual nos apresenta uma Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade que obriga a nos reinventarmos com agilidade, este, necessita de profissionais atualizados e conscientes de sua realidade, que esteja buscando constantemente desenvolver suas competências técnicas e comportamentais, e isso, inicia-se com a reflexão e consciência dessa importância. Somente esse profissional é capaz de atuar em qualquer ambiente organizacional, proporcionando mudança e visão renovada.

O mercado exige dos profissionais constantes mudanças e atualização das suas competências exigindo uma preparação para exercer novas funções, em novos segmentos, caso contrário será considerado ultrapassado e sem valor para o mercado de trabalho.

E você, vai continuar parado ou vai buscar se inovar?

Artigo escrito pela psicóloga Giani Bueno


3 visualizações0 comentário
  • Caroline Todeschini

Nas últimas semanas, fomos aconselhados pela Organização Mundial da Saúde a praticar o distanciamento social. Consequentemente, houve um impacto drástico em como organizar e realizar eventos durante esse período.

Embora as aglomerações de pessoas estejam fora de questão, a tecnologia tornou possível que eventos antes presenciais ocorressem de forma virtual, levando a muitos benefícios, tanto para os planejadores de eventos quanto para os participantes.

O E-inscrição preparou este guia que descreve como transformar eventos presenciais em virtuais. Confira!

Mas primeiro: o que é um evento virtual e quais são seus benefícios

Um evento virtual, também conhecido como evento on-line, é um encontro interativo que acontece na internet.

Os eventos presenciais limitam a quantidade de participantes de maneiras diferentes: preço maior, deslocamento, horários menos flexíveis, lotação máxima do local onde será realizado e uma série de outros fatores.

Diferentemente dos eventos presenciais, os virtuais não são restritos a um único local. Desde que tenham acesso à web, os participantes podem estar em qualquer lugar do mundo, seja no conforto da própria casa, café favorito ou onde quer que estejam.

Em geral, os eventos virtuais também são mais baratos. Obviamente, haverá custos com a transmissão, especialmente com a contratação de serviços especializados, mas, no final das contas, o evento virtual também é muito mais barato para o organizador.

Os organizadores de eventos não precisam reservar um local gigante, nem contratar uma equipe temporária. Essas economias de custo podem ser repassadas a cada participante virtual na forma de inscrições on-line com valores mais baixos.

As inscrições, que são feitas por meio do site do evento, não demandam nenhum posto físico para a coleta, muito menos fazer com que os participantes se desloquem para isso. 

Os eventos virtuais são, também, extremamente mensuráveis. Quase todas as ações dos participantes podem ser rastreadas e analisadas e essas informações podem ser usadas para melhorar a estratégia de eventos futuros.

Independentemente dos objetivos, as métricas são essenciais em qualquer estratégia digital, pois permitem entender o comportamento do público, justificar o investimento, projetar orçamento e atrair patrocinadores.

Se você quer saber mais sobre métricas, clique aqui e leia nosso artigo com as 10 KPIs mais importantes a serem considerados ao avaliar o sucesso de um evento.


Como transformar eventos presenciais em virtuais


1. Faça a adaptação do planejamento estratégico


Seja grande ou pequeno, offline ou online, todo evento deve ter um planejamento estratégico.

O primeiro passo sobre como transformar eventos presenciais em virtuais é começar com uma meta, um conceito-chave e adaptar todas as ações que envolvem o seu evento presencial, desde a parte conceitual, até a parte prática, para o online.

Isso vai te ajudar a garantir uma organização eficiente e a prevenir imprevistos. Mas, lembre-se, assim como os eventos presenciais, quanto mais cedo você puder planejar, melhor.

Para te ajudar na adaptação do planejamento estratégico, sugerimos que, antes de fazer a transição de um evento presencial para virtual, responda às seguintes perguntas:

  • Que tipo de experiência você espera oferecer?

  • O evento será ao vivo, já gravado ou híbrido?

  • Quais serão os canais de transmissão?

  • O acesso será fechado ou gratuito?

  • Qual é a melhor hora para o evento?

  • Você precisará de registro de evento?

  • Como será a divulgação do evento?

  • As pessoas ainda terão acesso ao evento depois que ele terminar?

  • Quais KPIs e dados você planeja analisar?

Quando o assunto é planejamento estratégico, a Análise SWOT é uma ferramenta simples para avaliar os pontos fortes, fracos, oportunidades e riscos de um projeto e pode ajudar a clarear ideias e a identificar estratégias para o sucesso de seu evento. Clique aqui e leia nosso artigo sobre esse assunto.


2. Escolha a data e horário

O próximo passo sobre como transformar eventos presenciais em virtuais é escolher a data e o horário certos.

Antes de enviar o save the date para sua rede, faça uma pequena pesquisa. A data é um ponto primordial para garantir um evento de sucesso. Verifique se não há eventos ou feriados concorrentes que possam interferir na participação.

Leve em consideração os fusos horários também. Se há a possibilidade de pessoas de outros países participarem do seu evento, tente escolher um horário que funcione para o maior número possível de participantes e seguidores.

Se isso não for possível, tudo bem. O que você pode fazer então é certificar que o conteúdo seja disponibilizado, posteriormente, para acesso em alguma plataforma.

Se necessário, considere enviar ou publicar uma enquete para datas e horários preferidas.


3. Escolha a tecnologia certa

O terceiro passo é, talvez, o mais importante para transformar eventos presenciais em virtuais.

É essencial oferecer infraestrutura adequada para quem estiver ministrando o evento online a fim de garantir uma experiência positiva aos participantes e um conteúdo de qualidade.

Invista em uma câmera e microfone de qualidade para garantir que sua presença nas telas seja nítida e clara.

A velocidade da internet, também, tem que ser suficiente para que o streaming se desenvolva bem, sem nenhum tipo de interrupção.

Em geral, para começar uma transmissão de eventos online, você vai precisar de:

  • Uma câmera;

  • um microfone ou lapela;

  • equipamentos de iluminação;

  • um computador ou um celular;

  • conexão de internet rápida e estável; e

  • uma plataforma de transmissão.

Decida qual plataforma transmitirá seu evento ao vivo ou apresentação on-line. Alguns fatores, como a infraestrutura para a realização da transmissão, devem ser levados em consideração.

A hora de virar a chave é agora! Clique no botão e transforme seus eventos presenciais em virtuais com a ferramenta certa!


4. Promova o evento virtual

Agora que você já adaptou seu planejamento e já escolheu o melhor horário e data para fazer a transição de seus eventos pessoais para o virtual, é hora de planejar a divulgação.

Descubra em quais meios seu público está e invista neles. Compartilhe os detalhes do evento por e-mail e nas mídias sociais. Se você planeja exibir anúncios pagos, segmente-os estrategicamente e escolha o formato certo.

Crie um evento no Facebook com todas as informações necessárias e faça uma contagem regressiva de eventos no Instagram Stories.

Sempre inclua quem, o que, onde e como, e, nenhum marketing de eventos virtuais deve ficar sem um link que leve ao formulário de inscrição.

Divulgar um evento é tão importante quanto planejá-lo e você deve dar toda atenção à criação de uma boa estratégia. 

Não se esqueça de criar uma hashtag do evento. Ela permite reunir todas as informações sobre seu evento online!

Você deve incluir a hashtag do evento sempre que for falar dele em suas postagens, bem como encorajar o uso das hashtags pelos participantes pois, dessa forma, você conseguirá estabelecer um relacionamento com público, mensurar o engajamento e receber feedback.

Para mais detalhes sobre como divulgar um evento com eficiência, clique aqui. 


5. Prepare-se para problemas técnicos

Se nos eventos físicos ocorrem problemas e imprevistos, nos eventos virtuais também.

Então, antes de começar, teste sua conexão com a internet, seu vídeo e áudio. Prepare backups de recursos visuais e apresentações para o caso de um arquivo ficar instável ou distorcido.

As falhas na conexão ou em qualquer outro equipamento, como de áudio ou vídeo, vão impactar negativamente no engajamento da transmissão ao vivo. Quanto mais cedo você identificar problemas, mais cedo você poderá corrigi-los antes que eles afetem a experiência dos participantes.

Garanta que quem estiver ministrando esteja em um local onde não haja ruído de fundo e use fones de ouvido e um microfone que não seja o embutido no laptop ou computador. Isso tornará o áudio mais claro para os participantes.

Veja o checklist de itens a serem testados antes início do evento:

  • Software de vídeo;

  • conexão à Internet;

  • áudio;

  • energia;

  • funcionalidade da sala de transmissão;

  • slides da apresentação;

  • funcionalidade de gravação de vídeo;

5. Torne o evento inclusivo

Assim como os eventos presenciais, os eventos virtuais devem ser o mais inclusivos e acessíveis possível. Nem todos os participantes do evento são conhecedores de tecnologia, então, se possível, antecipe os problemas e prepare guias ou perguntas frequentes para sanar dúvidas e auxiliar os convidados.

Se você tiver os recursos para fornecer suporte, melhor ainda. Verifique se é fácil encontrar onde e como pedir ajuda. A linguagem das apresentações deve ser clara e as fontes grandes. Sempre que possível, forneça legendas e recursos visuais para áudio.

Se o seu evento incluir um painel de especialistas, palestrantes ou atrações, garanta que o seu evento virtual apresenta uma gama diversificada de vozes.


6. Seja pontual

O sexto passo sobre como transformar eventos presenciais em virtuais é ser pontual!

Se você marcou uma hora, deve começar no horário! Infelizmente, é comum ver eventos online atrasando, porém, isso é falta de respeito com quem se inscreveu.

Portanto, o evento deve começar na hora marcada e não se estender, terminando no horário que estava previsto.



7. Incentive o engajamento

A interação com a audiência é fundamental para manter o engajamento na transmissão ao vivo. Praticamente todas as plataformas online possuem recursos interativos, então crie oportunidades de engajamento.

Assim que o evento começar, peça aos participantes para silenciar seus microfones, pois, isso ajudará a evitar o ruído de fundo. Peça, também, que, se puderem e se sentirem confortáveis, deixarem a câmera ligada. Isso ajudará a criar um senso de comunidade e facilitará ao anfitrião a fazer a leitura das reações dos participantes.

Encoraja os participantes a dividir seus pensamentos e peça aos espectadores que enviem perguntas e comentários no chat. Leia e responda e não deixe de fazer perguntas para que o público responda por comentário.

Se seu evento for de pequeno porte, uma boa forma de engajamento, é pedir ao público para se apresentar e contar um pouco sobre eles. Falar o que fazem, de onde são e seus maiores interesses naquele assunto.

Seja criativo e crie elementos de suspense ou promocionais para serem revelados ou sorteados no meio da transmissão.

Se o seu evento tiver mais de uma hora ou ocorrer em várias sessões, faça pausas. Isso ajuda os participantes a manter o foco e o envolvimento.

E no final, não esqueça de agradecer a participação e envie uma pesquisa para obter feedback. Isso mostra aos participantes que você está focado em criar uma experiência positiva.

Não esqueça de olhar para a câmera: essa tática imita a sensação pessoal do contato visual.

A adaptabilidade ainda é a habilidade mais benéfica que você precisa como profissional de eventos. O que importa é que as expectativas dos participantes sejam atendidas – ou, melhor ainda, superadas.

FONTE: Site E-Inscrição. Por Cindy Campolina 20/04/2020
4 visualizações0 comentário
  • Caroline Todeschini

Ter uma ideia é muito legal, especialmente quando ela é uma ideia incrível, diferente, majestosa e que com certeza vai dar muito certo; vai trazer muitos resultados.

Mas na vida a gente não tem ideias incríveis o tempo todo, muito pelo contrário.

A vida é feita de um bocado de ideias mais ou menos, mas que se bem alimentadas, lapidadas, cuidadas e respeitadas, podem se tornar ideias majestosas.

E é função de todos nós, especialmente comunicadores, promovermos um ambiente saudável e propício para ideias.

Certa vez eu escutei em uma reunião que quando você escuta uma ideia e logo em seguida alguém diz “é uma boa ideia, mas…”, pronto, ela gripou! Esse “mas” acabou de colocar um gripe naquela ideia. E pra ela piorar, virar uma pneumonia e a ideia morrer é questão de minutos.

Ideias tem um poder incrível, e eu acredito que elas podem transformar o mundo (até fiz um TEDx sobre isso – olha no final do texto!). No entanto, é responsabilidade de todos nós promover um ambiente propício para que ideias possam florescer.

Um ambiente onde as ideias mais tolas, bestas, malucas, sem graça e sem propósito possam ser compartilhadas sem nenhum problema. Onde a gente não julga, ri ou diminui uma ideia, pois é justamente de um monte de ideia “pequenininha” que pode surgir uma ideia majestosa.

Questionar uma ideia é importante, é parte do processo. Colocar ela a prova, duvidar dela, mas sempre com o objetivo de fazê-la crescer, se tornar mais forte e incrível. Tudo isso faz a ideia amadurecer, ou mais do que isso, se mutar e se transformar em uma ideia melhor, que consiga criar asas e voar.

Eu tenho ideias, você tem ideias, todo mundo as têm. Não é exclusivo de poucas pessoas ter ideias bacanas. Apenas algumas cuidam mais delas, as colocam em lugares onde elas possam se alimentar, sonhar, crescer e florescer!

Aqui o meu TedX sobre o poder das ideias ⤵

https://www.youtube.com/watch?time_continue=70&v=VRDypqzot4k&feature=emb_title


Por: Pedro Prochno

Sou fã das Relações Públicas*! Graduado em RP e com um MBA pela FGV, sou Pai do “relações”, Mergulhador, DJ e mto curioso! Adoro viajar, conhecer novas culturas, pessoas e formas de se ver o mundo!

FONTE: Blog -

Todo Mundo precisa de um RP

5 visualizações0 comentário